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Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades
Eduardo Carmello
13/08/2010
   Para suportar as intensas mudanças nos próximos 10 anos, Aprendizes do Futuro compreendem que é necessário criar estratégias de capacitação onde a atenção esteja focada não no ensinar, mas no fomento da aprendizagem autodirigida, que modifica o desempenho e pode transformar realidades.
    Num futuro próximo, educadores e gestores precisam saber criar situações e ambientes em que os aprendizes possam ser originais e sintam um alto nível de gratificação pessoal (sucesso psicológico, afirmação, sensação de ser eficaz) e profissional. Mais do que transmitir conteúdos ou construir exames, precisam ajudar os aprendizes a desenvolver seus talentos e saber empreender, pois estas serão atividades educacionais fundamentais para que o mesmo saiba agir e criar “seu próprio mundo” sustentável.
    Aprendizes do Futuro estão criando uma nova forma de “ser” e “conviver”, e assim, criando um novo mundo. Este é uma ótima oportunidade para escolas, organizações, educadores e líderes compreender como os “Aprendizes do Futuro” estão desenvolvendo estratégias para “Ganhar a Vida”.
Artigo referente a palestra de Eduardo Carmello que acontecerá no ESARH 2010 no dia 20/05/2010 junto com Márcia Tiburi e Leonardo Wolk.

As novas gerações de talentos e consumidores estão se tornando mais conscientes, inteligentes, inovadores e atuantes na construção de um mundo melhor...e maioria das empresas não estão conseguindo acompanhar essas mudanças.A Bain & Company demonstrou que 80% das empresas acreditam que entregam uma experiência superior aos seus clientes, mas somente 8% deles concordam.

Gerald Zaltman afirmou em seu livro “Afinal, o que os clientes querem” que 80% dos novos produtos e serviços fracassam, provavelmente porque não satisfazem as verdadeiras necessidades sensoriais e emocionais, assim como as expectativas das pessoas.A revista Exame, edição 964 de 24/03/2010 tem estampado na primeira página a frase “Sua empresa é pior do que você imagina” demonstrando que o discurso do “cliente em primeiro lugar” é uma falácia. Os fatos e resultados demonstram que há uma verdadeira desconexão entre clientes/empresas/funcionários e isso só vem aumentando.

Para 71% dos líderes corporativos, a resiliência - que nada mais é do que a capacidade de lidar com desafios e transformá-los em oportunidades - é muito ou extremamente importante para determinar a retenção de talentos. É o que aponta um levantamento realizado pela Accenture com 524 executivos seniores de 20 países.
Resiliência é um termo muito usado no mundo corporativo atual. A maioria dos profissionais que o citam, estão embasados na definição de que resiliência é um conceito oriundo da Física, que se refere à propriedade que alguns materiais possuem de acumular energia quando submetidos à extrema pressão, retornando, em seguida, ao seu estado original sem sofrer deformações. Porém, Eduardo Carmello, autor dos livros ‘Resiliência: a transformação como ferramenta para construir empresas de valor’ (Editora Gente 2008) e ‘Supere: a arte de lidar com as adversidades’ (Gente - 2004), nos convida a refletir um pouco mais no real sentido dessa palavra, que, aplicada ao ser humano, tem significado bem diferente.

“A maioria das pessoas transpõe o sentido material/físico do conceito para o ser humano. E resolvem dizer que um profissional resiliente é aquele que aguenta pressão, que suporta adversidades, que se conforma com a situação. Dizem que o profissional tem que ser igual à ponte, elástico, silicone e por aí vai. Mas essa é uma versão incompleta da resiliência, pois trata o ser humano como um objeto, como um efeito de uma circunstância”, diz ele.

Segundo Carmello, o correto é utilizar a versão mais completa e proativa da palavra, que provém de sua etimologia (do latim ‘Resilie’ ou ‘Resalie’). ‘Silie’ significa ‘saltar’, ‘impulsionar para’. Já o prefixo ‘re’ quer dizer ‘novamente’; é o ato renovar, de reunião, de reencontro. Nesse sentido, o ser resiliente é aquele que está saltando continuamente, se renovando continuamente, transformando continuamente. É um ser impulsionado por um propósito maior, proativo e que constrói realidades, totalmente diferente de um objeto, que é o efeito passivo de uma adversidade ou crise.
Artigo da InfoMoney em 18/07/2008

Resiliência é uma das competências mais apreciadas no mercado. E também é um método para promover mudanças positivas em sua empresa e carreira.
Não tem nada a ver com aguentar pressão. O ser Resiliênte é aquele que promove as transformações necessárias para alcançar seus objetivos. Que mantém competência e saúde, mesmo em ambiente de instabilidade e mudança. Que possui firmeza de propósito...
Sua empresa tem uma Cultura de Valor? Você merece uma!

Uma Cultura de Valor que alavanque a meritocracia e resultados alinhados à uma causa é sinal de um novo modelo para o sucesso das organizações. Uma organização com acesso a uma vasta gama de talentos, experiências, bagagens, habilidades e perspectivas tem muito mais possibilidade de alcançar novos mercados e novas oportunidades de negócios. O estímulo ao alinhamento de identidade entre Marca-Cliente-Funcionários e a criação de uma Cultura que promove e cumpre os valores da Marca permite à empresa conseguir desempenho de superior qualidade, engajando funcionários e produzindo satisfação aos diversos clientes envolvidos...
Novo livro de Eduardo Carmello "Resiliência: a transformação como ferramenta para construir empresas de valor" .

O lançamento no dia 29 de julho de 2008 foi um sucesso! Agradecemos a todos que foram nos prestigiar.

O livro oferece um método de Resiliência para potencializar o sucesso dos projetos de Gestão de Transformação nas Empresas.

Se você é uma empresa, lider, gerente ou talento que precisa de pessoas preparadas e engajadas para conquistar os desafios da mudança, este livro foi escrito para você!

Estamos disponibilizando um pequenho trecho para sua apreciação.
Leia, pergunte, opine! Saiba como aprimorar sua Resiliência. Aprenda a se fortalecer, crescer e antecipar às oportunidades da mudança.

Pessoas mais felizes e Produtivas
A Gestão Estratégica de Pessoas amadurece, não só no sentido de promover o alinhamento dos Talentos à Estratégia dos negócios, mas também de criar a verdadeira conexão - emocional - para que os mesmos sintam-se especiais, relevantes e engajados para contribuir de maneira excelente, produzir valor e resultados estratégicos da organização.
À medida que os ativos intangíveis vão sendo cada vez mais responsáveis pela geração do valor, mais as empresas estão apostando no desenvolvimento de relacionamento duradouros - com o cliente e empregados - para a construção da sua Marca. Desenvolver serviços, produzir soluções, criar experiências significativas...

O que você está fazendo para construir uma Visão Positiva sobre o Futuro? Como está transformando Talentos em Valor agregado ao cliente?

Construir um futuro sustentável é tarefa da Liderança. Saber inspirar os Talentos da Organização, orientá-los a se mover em uma direção valorosa para elas mesmas, para os clientes e para a Organização não é uma tarefa fácil. Mas é preciso fazê-la. O Líder eficaz é aquele que faz o que precisa ser feito para criar valor para os diversos stakeholders da Empresa, conectando-se às circunstâncias da mudança e agarrando as oportunidades que ela apresenta...

Resiliência não é mais um modismo que chega à administração. É um estudo complexo sobre pessoas e empresas que têm uma habilidade extraordinária de administrar um conjunto de características para lidar adequadamente com as mudanças e adversidades...

“Um bom elogio pode me sustentar por dois meses!”
Mark Twain

Você já se sentiu não apreciado ou não reconhecido por um trabalho que está fazendo?
Como é a sensação?
Quantos produtos você precisa ganhar para minimizar essa sensação?
O que fazer com uma equipe de vendas que já ganhou três televisores, duas viagens, quatro Ipod’s….
As empresas mais conscientes e atentas à construção de valor através de relacionamentos de qualidade estão comprovando na prática o que os psicólogos organizacionais insistiram em dizer e que poucos ouviram:
O que nos move, nos energiza, o que nos leva para frente é muito mais a percepção das necessidades atendidas do que “coisas ou produtos” que satisfazem estas necessidades...

O objetivo deste artigo é levar o leitor a refletir sobre a  importância de se atuar coletivamente  e oferecer subsídios para sensibilizar e educar pessoas dedicadas à busca e à implementação de soluções, construindo um caminho coletivo que possa ser percorrido por qualquer equipe ou organização...
Este artigo é um resumo do trabalho vivencial apresentado no ESARH 2002, orquestrados pelos consultores Ronaldo Yudi Yozo, Inês Cozzo Olivares, Guilhermo Santiago, Eduardo Carmello.
Entrevista concedida à Revista eletrônica da Livraria Saraiva em 2003.
Quando nos vemos diante de um novo desafio, diante de um novo projeto, não significa necessariamente que queríamos estar nessa situação. Nem sempre temos o total poder de dirigir nossa vida profissional como gostaríamos que fosse. Estamos a todo o momento.
Artigo escrito para a Palestra Qualidade de Vida no Trabalho no IV Congresso Norte Paranaense de Recursos Humanos, em Londrina - Paraná. 
Entrevista de Eduardo Carmello cedida ao Jornal “O imparcial” de São Luiz do Maranhão em 2001.
Eduardo Carmello foi um dos entrevistados para a matéria de capa da revista Amanhã - Edição 195 - Janeiro/Fevereiro de 2004. Com o título De volta do Inferno.
Programas de qualidade de vida implantados por empresas ganham abrangência e ajudam trabalhadores a adquirir hábitos mais saudáveis.
Silvia Torikachvili, de São Paulo. Jornal Valor - 12/09/2002 ed 593.
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